Self-Portraits Are Hard To Do

Na História da Arte, aprecio muito retratos, mais ainda auto-retratos; em minha humilde opinião, um auto-retrato exige um bom conhecimento de si mesmo, além de bastante honestidade.

Alguns dos meus favoritos são: Van Dyck (pelos cabelos revoltos e a linda tez rosada); Dürer e Rembrandt (pela vibe “gentil-homem a todo custo”); Courbet (pela cara desesperada); Dante Gabriel Rossetti (pelo jeito de poeta romântico, muito apreciado em minha adolescência); Turner (pelos grandes olhos, profundos e brilhantes); Schiele (pelo cabelo azul); Ingres (porque sempre fui louca por ele) e Van Gogh (pelas pinceladas).

Aí, postei este meu esboço de auto-retrato, que já tem mais de um ano. Não consegui muita coisa além de uma pose dura, hierática, um pescoço torto e olhos inexpressivos; poderia treinar mais, todavia não me considero um tema tão interessante assim. Next, please!😛

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