Love

Este foi feito hoje, no ônibus, enquanto amargava o maior engarrafamento.

Não consegui postar nada ontem, apesar da data aborrecer-me deveras; todo Dia dos Namorados fico com um  vermezinho roendo o juízo, o amor-próprio e a paciência. E o mês de junho parece espezinhar quem está sozinho com especial maldade. São corações para lá, Santo Antônio pra cá, e o Facebook pululando de mensagenzinhas açucaradas, como bolhas em lava, pus numa ferida ou qualquer outra associação nojenta que o mal-humor de um solitário se permite. ¬¬

E como não creio no amor, apesar do meu sentimentalismo exarcebado, aí vai o que penso dele. E como poucas vezes, a ideia surgiu e fluiu com a maior naturalidade. E a mesinha ligeira foi proposital, de bistrozinho elegante mesmo, porque o coração do pobre rapaz mal passa de um canapé. Voilà.

Soundtrack: Mr. Lonely, do Bobby Vinton. Porque aqui posso ser melodramática. ¬¬’

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